ZEN DICAS & MUSICAIS

CIRCULO ZEN,

Sejam bem vindos ao ZEN DICAS & MUSICAIS.


Apresentamos teorias, informações, previsões, profecias e idéias que devem ser vistas apenas como caráter especulativo. Não queremos doutrinar, afirmar ou convencer ninguém..

Tento colocar um pouquinho de cada coisa que gosto de estudar. São assuntos diversos muitas vezes que nem sei de onde peguei, mas são temas aos quais me identifico. Se o autor de algum texto deparar com ele escrito aqui, não se irrite, ao contrário, lisonjeie-se em saber que alguém admira seu pensamento.

Não há religião superior à verdade, o importante é a nossa convivência de respeito mútuo e amizade, sempre pautados na humildade, no perdão e na soliedaridade.

Autoconhecimento, Filosofia, Espiritualidade, Literatura, Saúde, Culinária, Variedades..

Tudo isso acompanhado de uma Zen Trilha Sonora com muito Alto Astral.



“Citarei a verdade onde a encontrar”.
(Richard Bach)


ZEN DICAS & MUSICAIS.
VIVA O AGORA !
NAMASTÊ.

NUNCA PERCA A CURIOSIDADE SOBRE O SAGRADO!

Albert Einstein

circulo zen

7.7.11

GRAVIDEZ: UM PRISMA DIFERENTE





"16 E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição; em dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará" (Genesis, 3).

E, mesmo assim, ansiamos por ter filhos!!! Considerada uma bênção desde a antiguidade, os povos primitivos entendiam que os seus filhos eram presentes dos Deuses. Hoje em dia já sabemos os mecanismos que nos levam a engravidar, muito embora se encare o homem como matéria, ante ao homem feito de pó e barro que críamos antigamente, e não o homem espírito, feito pela criação da mente e da palavra de Deus.
E para que a gravidez ocorra, são necessários vários fatores físicos como a fertilidade da mulher e do homem, a manutenção da saúde, enquanto grávidas, como acompanhamento médico, utilização de vitaminas, alimentação e esportes adequados, etc...

No campo espiritual, o espírito do reencarnante, em geral, visita a família em que vai encarnar várias vezes, antes da concepção e reencarna meio a pessoas conhecidas, sendo esta ligação de amor ou ódio (a fim de resolver vínculos negativos). No decorrer da gravidez vai, aos poucos, se desligando do mundo espiritual e se aproximando do corpo carnal, até perder temporariamente sua ampla consciência como espírito.

No âmbito, digamos, não-físico, os anos facilitadores da gravidez na mulher, na numerologia, são os de número 6, o 3 e o 8, respectivamente. E de seu parceiro também conta! Mas para que isto ocorra é necessário ter o número 3 em seu mapa numerológico, senão, no período do desafio de número 0.

A lua em que o feto foi concebido, em geral, é a lua que o feto encarna (obviamente, não nos casos de cesárea marcada). E, também, é o período em que a gestante sofre mais com os sintomas da gravidez e do parto.
As luas que trazem mais vitalidade para o feto (em seu nascimento) são a Nova e a Cheia. A minguante é a lua em que mais abortos ocorrem, e, também, diminui o líquido aminiótico e a vitalidade da criança. O período matutino é o melhor para o parto, pois o sol brinda os pequenos com sua vitalidade. http://www.fraternidaderosacruz.com/perguntas-e-respostas/qual-o-melhor-tempo-para-nascer

"Na fase de lua cheia, algumas parturientes podem apresentar "falsas" contrações (Braxton Hicks) sem dilatação cervical. Trap e col. observaram na fase de lua cheia mais frequente e precoce ruptura da bolsa das águas em período de oito horas (de 22:00h até 6:00 horas) 39. Alguns autores detectaram significativa influência da fase da lua na frequência dos nascimentos em diferentes meses no mundo hodierno: a lua cheia é mais importante do que a nova na indução do parto noturno" (http://www.scielo.br/scielo.php?=sci_arttext&pid=S0034-70942009000500013)

Em todas as gravidezes, as gestantes sofrem com vários pensamentos negativos (geralmente, a mesma encanação, que provavelmente, não se tornará realidade: - Graças a Deus!!) No final das gestação, as grávidas sofrem com uma ansiedade abundante com relação a seu parto, e, para isto, recomendo o reiki e a oração para que se tenha o auxílio do Alto e da sua própria mente!
No momento do nascimento, a criança traz as qualidades, potencialidades e negatividades dos astros que despontam no horizonte, conforme seus dons desenvolvidos, e disto foi feito uma listagem, que foi catalogada e se chama Mapa astral. Indico a todos aqueles que têm filhos que façam o mapa numerológico e astral deles, a fim de conhecê-los e facilitar sua criação, pois, com cada filho temos de agir diferentemente, conforme o desafio que nos foi dado!



retirado: somostodosum.ig.com.br








CUIDADOS PERICONCEPCIONAIS




Cuidados Periconcepcionais - Dra Cristiane Assis


Durante a gravidez, o corpo da mulher sofre inúmeras modificações. Tendo que trabalhar mais do que o habitual, alguns órgãos que antes desempenhavam aparentemente bem as suas funções, passam a apresentar sinais de “cansaço”. Com isso, a gestante muitas vezes apresenta alguns problemas de saúde que, devido ao número limitado de medicamentos que podemos usar durante a gravidez, são mais difíceis de serem controlados. Quando a fecundação ocorre sob essas condições, são maiores os riscos, tanto para a mãe quanto para o feto. É por isso que uma importante recomendação para quem pretende engravidar é procurar saber como anda sua saúde.

Outra orientação dada às futuras mamães é que busquem não estar muito acima dos seus pesos ideais. Para tanto, a dieta balanceada e a prática de atividade física são grandes aliados. Ambos auxiliarão no estabelecimento de uma rotina saudável para o período gestacional.

A reposição de ácido fólico por pelo menos um mês antes da fecundação até 3º mês de gravidez tem se demonstrado significativamente eficaz na prevenção de más-formações do sistema nervoso central do bebê.

Tais orientações visam apenas à parte orgânica do preparo para a gestação. Entretanto, no plano espiritual, outras providências envolvem a chegada de um bebê e a mãe pode colaborar para que tudo transcorra da melhor maneira possível.

André Luiz, através de obras como Missionários da Luz e Entre a Terra e o Céu, procurou nos colocar a par dos cuidados existentes no plano espiritual para que o retorno do espírito transcorra conforme o programado. Tudo é cuidadosamente acompanhado, o que torna a fecundação algo muito maior do que o simples encontro entre um óvulo e um espermatozóide.

Muitas vezes, o planejamento de uma gravidez tem a participação dos pais e dos futuros filhos antes mesmo do reencarne de qualquer um deles. Em alguns casos, laços familiares tão estreitos buscam a aproximação fraternal e o perdão recíproco entre esses espíritos. Isso porque dificilmente enxergarmos no indefeso bebê o algoz do passado, o que facilita seu acolhimento em nossos braços com sincero amor.

O corpo em que o espírito retornará ao nosso plano também recebe especial atenção, podendo o reencarnante participar ou não do processo, de acordo seus conhecimentos, e, conseqüentemente, suas responsabilidades. André Luiz nos conta sobre um setor em Nosso Lar, denominado de Planejamento de Reencarnações, criado para atender a tal finalidade. Ele nos ensina a importância do nosso envoltório orgânico, essencial para a aquisição de novos aprendizados. Lembra, também, que Jesus costumava chamá-lo de “templo do Senhor”, tamanha a sua significância em nossa jornada rumo à evolução.

Algumas vezes, faz-se necessário um encontro entre os pais e o espírito reencarnante durante o sono, objetivando que a aproximação entre eles seja a mais amena possível. Alexandre ensina a André Luiz que o plano espiritual não deve e nem pode forçar a reencarnação de um espírito. È necessária boa disposição dos pais para que isso ocorra. Porém quando há essa aceitação, as descrições do acolhimento amoroso dessas crianças por seus pais são muito emocionantes.

O auxílio do plano espiritual prossegue durante o encontro entre os gametas dos pais, buscando assim, assegurar o cumprimento daquilo que foi programado, a fim de que o corpo possa ajudar adequadamente esse espírito em suas novas lições. E ao longo de todos os meses da gestação, a presença dos amigos do plano espiritual será constante, à medida que lhes seja solicitado e permitido.

Ao contrário do que muitos podem pensar, o casal não é um agente passivo em todo esse trabalho do plano espiritual. Eles podem e devem participar, buscando manter os pensamentos elevados. Facilitam, assim, a aproximação daqueles que, por amor, desejam ajudar. Para isso, devemos buscar conversações e leituras edificantes.

É importante lembrar que antes mesmo que fisicamente a gravidez seja diagnosticada, o perispírito do bebê se encontra ligado ao da mãe, sofrendo influência direta de tudo que ela pensa e sente.










5.3.11

A ILUMINACAO POSSIVEL




Este texto foi recebido por email e tem a autoria de um buscador, Arnaldo Celso do Carmo, que sabiamente fala sobre o quão fácil é a vida, se baseada no amor e no perdão.

"Uma das primeiras coisas que senti quando me aprofundei no Trabalho foi a diminuição da minha vontade de convencer os outros do que me parecia ser a verdade. Quase sem perceber fui perdendo o interesse de fazer com que as pessoas pensassem como eu. Fui aceitando mais o caminho de cada um e aprendendo a conviver bem com eles, sejam quais fossem.

Outra compreensão que me aconteceu foi perceber como, com a prática constante da presença e o amadurecimento da minha visão do mundo, o exercício fundamental, aquele que realmente precisa ser praticado, foi ficando cada vez mais simples, mais enxuto.

Com os anos, os rituais sofisticados, as explicações mais rebuscadas, o recurso de lançar mão da legitimidade das tradições mais antigas ou das descobertas científicas mais atuais, foram perdendo a importância diante da formidável simplicidade da atitude essencial. Foi como se eu fosse tirando a roupa, livrando-me das diversas camadas de fantasias que me acompanhavam desde menino. Fui me sentindo mais leve, mais ágil, mais feliz. Como se um peso saísse das minhas costas: não precisava mais convencer ninguém nem me manter fiel a nenhuma prática estranha a mim mesmo.

Minha compreensão foi ficando maior no conteúdo mas menor na forma, menos glamourosa na aparência, menos atraente no aparente.

E pensava que a maioria dos meus amigos, como eu, também experimentava um processo semelhante. Acreditava que, desde que alguém experimentasse - uma vez que fosse - uma conexão mais profunda com o seu Eu Interior e sentisse o sabor do que é estar ligado à parte divina do seu Ser, nunca mais seria o mesmo. Eu acreditava que essa experiência passaria a ser o centro da vida de todos que a vivessem, que se dedicariam a reencontrá-la com todo o seu empenho. Que voltar a essa conexão tornar-se-ia o objetivo de todos. Mas aqui eu me enganei!

Na verdade, o que observei foi que muitos que vislumbraram o potencial divino dentro de si passaram a se dedicar a esquecê-lo. Buscaram formas, muitas vezes doloridas, de fugir da conexão, passaram a evitá-la de maneira muito determinada.

A surpresa que senti até hoje me assombra!

Como era possível que depois de uma experiência de êxtase tão profundo, ou pelo menos do vislumbre da possibilidade desse êxtase, todos não estivessem inteiramente dedicados a atingi-lo novamente?

Vi como a parte mecânica da mente - o robozinho autônomo que todos temos dentro de nós - atua de maneira sofisticada para nos levar para longe da experiência real. E demorei para compreender que essa é a única tragédia que precisa ser reparada.

O que eu vi? Vi muitos amigos expressando ansiedade ao invés de calma diante de questões da vida comum. Vi a preocupação nos olhares e gestos diante dos impecilhos mais banais. Não reconheci a atitude de recorrer à sabedoria infinita que existe dentro de cada um de nós para nos ajudar a resolver os "problemas" normais. Era como se, diante das dificuldades comuns da vida, os recursos do Trabalho não fossem suficientes. Ou nos jogamos nos braços do ego e imploramos o seu conselho, que sempre vem acompanhado de medo, insegurança, timidez e mentiras; ou concluímos que necessitamos de mais Mestres, outros professores. Os que tivemos até agora não foram suficientes e precisamos continuar a busca, cada vez mais longe, em lugares mais difíceis, países de línguas estranhas e costumes diferentes dos nossos...

Olhei para a minha própria vida e me perguntei: mas o que acontece?

Porque não estamos todos focados na busca do silêncio, na prática da presença que nos dá acesso a uma sabedoria interior infinita e que todos já saboreamos pelo menos alguma vez?

O que se passa que não estamos lançando mão dos recursos que já temos e continuamos a agir como pobres quando somos os mais ricos, a nos portar como ignorantes quando toda sabedoria está dentro de nós, a nos ver como doentes quando toda saúde e perfeição foi posta à nossa disposição?

Foi aí que me caiu a ficha: não reconhecemos nada disso. Ainda achamos que somos ignorantes, pobres, fracos, doentes e impotentes e que o que fizemos no sentido de corrigir essa situação foi pouco, muito pouco.

Senti vontade, então, de compartilhar o que aprendi nesses anos de Trabalho Sobre Mim Mesmo. De falar sobre o que considero a atitude essencial e sua simplicidade, sobre o que mantenho como minha prática diária. Do que eu decidi fazer diante dos "problemas" da vida cotidiana. É uma postura tão simples, tão despojada e sem artifícios que pode passar facilmente como algo sem importância.

A atitude é a seguinte: perdoar tudo o tempo todo, ou, em outras palavras, amar mais.

Perdoar tudo o tempo todo se resume a reconhecer que tudo que nos acontece é bom, está no lugar e na hora certos, tem a forma e o tamanho corretos e pede a única resposta certa: perdoar, ou seja, agir compreendendo que manter a paz é a única coisa que somos solicitados a fazer neste mundo.

O ego desde muito cedo tenta nos convencer de que para estarmos em paz precisamos estar imersos em situações adequadas como ter dinheiro no banco ou prestígio ou um casamento feliz com filhos adoráveis ou sermos jovens e bonitos ou reconhecidos como boas pessoas ou inteligentes ou sermos assim ou assado... etc.

Mas na realidade para manter a paz nós só precisamos nos lembrar do que já sabemos, como diz o CM, que: "o mundo real é o estado da mente no qual se vê o perdão como o único propósito do mundo [...] e se reconhece que todas as coisas têm que ser em primeiro lugar perdoadas e então compreendidas." (T, 684). Depois de alguma prática essas palavras tornam-se óbvias: não se pode compreender nada que antes não tenhamos perdoado porque fora do perdão só existe a ilusão e compreender ilusões não significa nada.

Perdoar é (re)unir, é recuperar o sentido de unidade da realidade.

Estar num estado mental não perdoado significa acreditar num mundo onde a separação é real e perder-se num labirinto de distrações complexas e sem significado onde tudo que acontece não tem nenhuma realidade. É por isso que nossas "compreensões" resolvem muito pouco dos nossos problemas, porque o estado mental não perdoado nos mantém presos ao mundo da dualidade, que não pode nos oferecer nada real porque a própria dualidade é o problema.

Vi que vários do meus amigos queridos, quando se deparam essas palavras, ainda acreditam que elas não são para eles porque colocam um objetivo "alto" demais, impossível até.

Mas também percebo que muitos de nós já aceitamos que isso não precisa ser assim. Todos podemos sem esforço nos alinhar com a verdade de que fora da mente perdoada, conectada com o Todo, não existe nada. E que todos podemos exercer o perdão e encontrar a paz e a alegria em tudo que fazemos. E que o que falta para realizarmos a façanha de manter a conexão é apenas tomarmos a decisão de fazê-lo de maneira determinada e pararmos de acreditar que somos seres fracos e impotentes.

Existe um certo conforto na crença na nossa fraqueza, uma maneira de driblar a nossa responsabilidade pelo que nos acontece e de aliviar a nossa culpa por não vivermos o tempo todo plenos e felizes.

Porque alguém, em plena consciência, tendo o Céu em suas mãos, se empenharia tanto para fazer da sua vida um inferno?

Uma das respostas que tenho é que ainda somos ingênuos e não temos consciência das consequências dos nossos atos.

Minha sugestão é simples: perdoar. Tudo, o tempo todo. Manter a presença e amar mais, como eu gosto de dizer. São engraçadas as caretas que me fazem quando digo isso. Como se não entendessem ou não se sentissem capazes.

Me perguntam: mas como? Como amar mais? Ora bolas: amando!!

Parando de tentar controlar tudo e todos à sua volta, deixando de sentir-se uma vítima das situações que se apresentam no dia-a-dia, atitudes que incendeiam o medo dentro de nós e, por isso, estão condenadas a gerar sofrimento.

Ao contrário, aprendendo a alegrar-se e agradecer por tudo que nos acontece, reconhecendo que cada instante traz em si o potencial da Iluminação que, na nossa enorme arrogância insistimos em não ver.

Levar a perolazinha do perdão para todos os instantes da nossa vida. Tome um dia comum. Uma manhã. Centenas de vezes cada um de nós pode usar o poder dessa jóia para se curar, manter a paz, gerar harmonia e felicidade para si mesmo e todos ao seu redor. Centenas de vezes numa única manhã.

Não importa que você se esqueceu e não faz isso nunca. Comece hoje, agora.

E veja os resultados por si mesmo. Veja o que vai acontecer com a sua ânsia de "buscar o conhecimento", a sua necessidade por novos Mestres, a solidez dos seus "problemas", a ansiedade basal com a qual convive sem nem sequer se dar conta dela. Faça! E observe os resultados. Não importa que você se esqueça 999 vezes. O que importa é que, na vez que você se lembrar, a sua disposição de perdoar seja impecável. Isso criará um hábito que se espalhará lentamente por todos os outros momentos da sua vida.

Pare de reclamar e se sentir incapaz. Faça! Perdoe! Abra mão das suas "certezas", pratique sua presença intensamente como a coisa mais importante desse mundo pela simples razão de que ela é mesmo a coisa mais importante desse mundo, um portal para uma sabedoria infinita oculta e dormente dentro de nós, esperando para se expressar com doçura, generosamente.

De nada servem nossas técnicas se, em cada instante, cada momento, eu me esquecer de quem sou e me permitir fazer a escolha pela separação, pela solidão. Sinto que é isso que falta para que o nosso Trabalho seja verdadeiramente eficaz e nos traga a felicidade e a luz que queremos.

Uma pequena pérola, perdoar tudo que nos acontece, no momento em que acontece, sentir alegria e gratidão pela oportunidade que está nos sendo dada de perdoar, lembrando que nada além disso é necessário para que tudo seja finalmente resolvido.

Eu sei que parece pouco. Sem grandes movimentos nem muito brilho, sem complexidades profundas, nem glamour, tudo tão simples. E por isso tão pouco atraente para alguns. Mas outros, estou certo, verão o quanto podem se transformar verdadeiramente se praticarem esse passo tão singelo. Levei toda a minha vida para perceber a sua importância e que o tempo todo estava ao meu alcance."

AS DIFERENÇAS ENTRE RELIGIAO E ESPIRITUALIDADE




As Diferenças entre Religião e Espiritualidade

A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.

A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.

A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.

A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprende com o erro".

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!

A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.

A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.

A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.

A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.

A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência.

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.

A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.

A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.

A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.

A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

7.1.11

RELAXAMENTO E SAUDE


Relaxamento e Saúde
Publicado em 09/12/2010 por Andrês De Nuccio

Por Eliana Ramos de Oliveira – Nana

A fadiga é para nós um ponteirinho amigo dizendo: Chega de atividade! É arriscado continuar…
Quando observamos os animais até podemos achar que sejam mais sábios e felizes do que os homens porque, seguindo seu comportamento instintivo, quando fatigados repousam.

Espicham-se, em tranquilo e reparador relaxamento e assim, descansados, voltam à atividade. Não há quem não aprecie o repouso de um felino, os movimentos de um gato, por exemplo, sua leveza, precisão, beleza e energia, após um bom descanso.


O ser humano, no entanto, comporta-se de maneira inversa diante da subida do ponteirinho da fadiga.
Um indivíduo, fatigado por uma longa e penosa ocupação, se não procura formas de reabastecer suas energias tende a se sentir sempre num estado de difícil recuperação; como que doente, incapaz, desanimado e irritado. Esses estados de fadiga, difíceis de serem eliminados, facilitam o desenvolvimento de todas as doenças. O indivíduo sujeito a eles vive assim, permanentemente intoxicado, pois os tecidos não recebem nutrição suficiente, nem são drenados corretamente os resíduos do metabolismo. Sofre dores generalizadas, enxaquecas, hipertensão, todas as formas de distonias e principalmente é mau humorado e se irrita facilmente.


Em condições normais, os elementos nutritivos chegam às células e os dejetos são removidos com equilíbrio. No entanto, quando a atividade é intensa, repetitiva, como por exemplo, durante o estado febril, não há como a célula alimentar – se e, por outro lado, livrar-se das toxinas. O alimento falta, enquanto as toxinas começam a se acumular, sobrecarregando as células, adoecendo os tecidos e por fim todo o organismo, isto é FADIGA.
A filosofia yogui vai além dessa explicação, tomando fadiga como fenômeno prânico, isto é, energético.
Os Ásanas, são um recurso do Yoga de recomposição energética, tendem a reduzir a fadiga e também são revigorantes, na medida em que aumentam o fluxo de sangue arterial no organismo, incrementando as funções excretoras nos tecidos, eliminado as toxinas e vitalizando órgãos e glândulas.
Os exercícios de pranaiama ou respiração, têm por objetivo equilibrar os centros de energia – os chakras – absorvendo e possibilitando uma maior concentração de prana no organismo e são, sem dúvida, um ótimo recurso para fortalecer o homem contra o cansaço.
Sem contar com a possibilidade de exercícios de relaxamento, que levam o indivíduo a um estado mais pacificado e o auxilia na luta contra a fadiga.

SAÚDE
O nosso bem mais valioso é, certamente, a saúde.
Na falta dela tudo perde o sentido, a motivação desaparece e o desenvolvimento da vida pessoal e profissional ficam comprometidos.
A fadiga tem aumentado muito com a civilização moderna. O ritmo acelerado em nossas vidas e o corre – corre diário na busca daquilo de que necessitamos, normalmente, promovem no nosso organismo esse estado de cansaço, tensão e estresse.
Com isso, há um desgaste físico e psicológico maior. Nossas funções orgânicas tornam-se menos eficientes criando um clima para o aparecimento de doenças.

Naturalmente somos seres saudáveis e, entende- se a saúde não apenas como ausência de doenças e sim, como um estado de harmonia interior e plenitude presentes dentro de um equilíbrio dinâmico.
A saúde manifesta-se através de uma marcante sensação de bem estar, contentamento e capacidade de realização.
Dentre os diversos fatores importantes, presentes no processo da saúde, focaremos o RELAXAMENTO.

Compreende-se o relaxamento como um estado de calma e tranquilidade que surge em função da liberação de tensões. Essas tensões são energias que estão retidas em diversas regiões do corpo, tais como: músculos, articulações, órgãos, assim como no campo emocional e mental.
As tensões atuam como fatores limitantes. Com essas energias bloqueadas, a nossa capacidade de expressão, que se manifesta através dos pensamentos, sentimentos e comportamentos, diminui consideravelmente, o mesmo ocorrendo com as diversas funções do organismo deixando o terreno preparado para o surgimento das doenças.
O relaxamento proporciona a liberação de uma massa energética densa. Assim, as energias passam a fluir livres de uma maneira equilibrada no organismo.
Esse reequilíbrio energético (físico, mental e emocional) traz harmonia e bem estar para todo o nosso ser.
Com o relaxamento, ocorre também uma manifestação maior da percepção e sensibilidade, e uma expansão da consciência, abrindo novos caminhos em direção ao autoconhecimento.
O relaxamento é uma chave que permite expandir um imenso potencial que existe dentro de todos nós.
Outros benefícios importantes que o estado de relaxamento proporciona:

■A respiração se torna mais lenta e profunda
■Previne as enfermidades cardíacas
■Combate ao nervosismo
■Combate a insônia
■Combate as dores de cabeça por tensão
■Previne as enfermidades psicossomáticas
■Domínio das forças afetivas
■Uma recuperação e revitalização física e mental mais rápida
■Melhoria geral das funções orgânicas e fortalecimento do sistema imunológico, contribuindo para a manutenção da saúde e prevenção de doenças
■Melhoria da qualidade de vida e do desempenho nas atividades cotidianas
■Um contato mais profundo e verdadeiro consigo e a presença constante de insights.
Por isso, é importante que possamos ter momentos de quietude e serenidade. Criando o hábito de parar por alguns minutos no nosso dia para respirar profundamente, e olhar para dentro de nós.
Esses momentos trazem tranquilidade e harmonia e são fundamentais para o equilíbrio do corpo e da mente.
Para isso procuremos um local tranquilo, nosso quarto, por exemplo, colocando uma música suave, calma, deitando de costas, em shavásana (postura de relaxamento completo no Yoga), braços ao lado do corpo, com as palmas das mãos voltadas para cima, pernas esticadas e levemente separadas, costas e cabeça bem soltas no chão (podendo forrar o chão com uma manta ou colchonete). Fechando suavemente os olhos e… relaxando… soltando o nosso corpo… respirando lentamente, aliviando as partes mais contraídas, mais tensas, procurando afastar preocupações,ansiedades, nos entregando com confiança nas mãos do Absoluto…



Essa é apenas uma das mais simples técnicas, dentre outras…
Cultivando o relaxamento em nossa vida, encontramos um meio de desfrutar a tranquilidade de quem vê as coisas lá do alto sem nos envolvermos emocionalmente…
Em tudo que fizermos no nosso dia-a-dia,procuremos perceber que certas partes do corpo podem ficar relaxadas. Vamos descobrir que muitos esforços são desnecessários e que economizá-los reflete-se em maior eficiência no agir.

DESFRUTEMOS DE UMA VIDA MAIS TRANQUILA

NAMASTÊ